COMO ME TORNEI UMA PESSOA MINIMALISTA – PARTE II

O minimalismo não surgiu na minha vida da noite para o dia, ser minimalista foi uma escolha da minha fase adulta. Vou contar como tudo começou…

A casa dos meus pais era um pouco bagunçada, ambos gostavam de guardar umas coisas que a meu ver não fazia o menor sentido e ambos também não possuíam um critério de organização muito bom. Aquela pequena desorganização da casa deles me incomodava bastante e parecia muito maior do que realmente era. Foi quando mudei para ter uma vida adulta que tudo começou a fazer sentido e eu comecei a mudar.

Gerenciar a casa, filhos, marido, empregada, eu na agenda e carreira, fez eu começar a ter, sob o meu ponto de vista, “uma vida mais inteligente”. Eu percebi que, com menos coisas eu tinha como me organizar melhor, eu levava menos tempo para arrumar as coisas da casa, as roupas, os objetos, fora a paz mental que um ambiente organizado e com o essencial me trazia. Comecei a ter um equilíbrio maior entre ter o necessário, viver sem o necessário e viver com excessos.

O excesso, de maneira geral, desviava a minha atenção, além de dar mais trabalho e tomar mais do meu tempo, além do que eu não conseguia dar o meu melhor no trabalho, pois sempre existia uma culpa em relação ao que eu não conseguia fazer. 

De maneira alguma tenho a pretensão de dizer que minha experiência se aplica a todo mundo nem que minhas conclusões sejam iguais para todos. Esta é uma coluna de ordem pessoal, por isso vou contar para vocês o que funcionou e o que não funcionou para mim. 

Equilíbrio é fundamental

Comecei esse processo olhando os itens da casa: enfeites, objetos decorativos, roupa de cama, mesa e banho, roupas, louças e panelas. Consegui enxugar tudo muitíssimo bem. Depois de mais de 15 anos nesse processo de ter uma vida minimalista e ter me desapegado de mais de 80% das minhas coisas, acredito que o local que ainda esbarro é no meu guarda-roupa.  Minha meta é ter um armário cápsula = quantidade X de coisas a serem usadas durante uma estação.

Na verdade, minha meta em relação ao meu guarda-roupa é ter peças que se combinem entre si e que ocupem no máximo duas malas de viagem em sua totalidade de volume. Estou bem perto disso, estou no caminho e sei como fazer, é só uma questão de tempo porque eu também não sou de ferro.

O minimalismo é uma filosofia com foco na simplicidade voluntária e no bem-viver de modo geral.  Confira aqui a primeira parte de minha jornada minimalista.

Eu sou Cristiane Belfiore e estou aqui para te inspirar a ter uma vida mais leve, feliz e produtiva através da organização pessoal. Clique aqui e vamos conversar!

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